O pequeno vocabulário de uma vida que não vale a pena

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12 de abril de 2013


Eu poderia dizer
que todos sentimos medo, mas não posso, porque você pode ser uma exceção.

Então, eu digo:
sinto medo.

E sei que o medo
é irracional.

Viajar de avião é
mais seguro do que de carro, mas é raro alguém tremer para subir num automóvel
ou ônibus. Os fantasmas não existem, mas os medrosos os contemplam na
escuridão. A altura é apenas uma questão de distância, mas em alguns o pânico
os domina se tiver que olhar alguns metros abaixo.

Em muitos casos,
o medo é uma doença e, como tal, deve ser tratada, se incapacitar para uma vida
que vale a pena. Ter, por exemplo, a oportunidade de conhecer o mundo e não nos
pôr a caminho pelos ares e pelos mares não nos enriquece. (Em Janeiro de 2012,
planejo levar um grupo ao Egito, Jordânia e Israel. Alguns amigos que sonham com
uma viagem destas não irão comigo por causa do medo de voar.)

Afora aquelas
situações mais profundas, provocadas por um trauma, o medo é um enfraquecimento
da confiança.

Confiar é saber,
no coração, que nada nos pode separar do amor de Deus, nem altura, nem
profundidade, nem a vida, nem a morte.

 

Com amor:

 

Pr.
Rogério Pereira

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