Assessor de Marco Feliciano promete acabar com Parada Gay de SP

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Pré-candidato a deputado estadual diz que Parada Gay não deveria receber dinheiro público.O pré-candidato a deputado estadual pelo Estado de São Paulo, Roberto Marinho, criticou nesta segunda-feira (02) o uso de dinheiro público na Parada do Orgulho Gay de São Paulo. Assessor de Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) de São Paulo, Marinho prometeu acabar com o uso de verbas públicas neste tipo de manifestação.

“Vou lutar com todas as minhas forças para acabar com o uso de verbas públicas na Parada Gay em São Paulo, disse Marinho. “Se quiserem promover degradação e desrespeito, que façam sem dinheiro público”, continuou.

A Parada Gay de São Paulo é considerada pelo Guinness Book como a maior parada gay do mundo. Além de verbas do município a organização recebe investimentos do Governo Federal através da aprovação de emendas parlamentares.

Para Roberto Marinho o uso do dinheiro público neste tipo de atividade não traz nenhum beneficio para a população. “Os governantes devem explicar a população o porquê de investimentos pífios, enquanto outras necessidades ficam esquecidas”, disse Marinho.

Marinho também afirma que não pretende ficar preso ao que chama de debate moral, pois para ele a política deve ser feita com ações concretas. “Não ficarei preso ao debate moral, acredito que política se faz com ações concretas; Mas tenha certeza de que não deixarei passar a oportunidade de acabar com os gastos públicos em eventos de degradação moral”, disse.

Ele também criticou a participação de políticos neste tipo de manifestação. Para ele o político que participa deste tipo de evento não merece representar o povo. O assessor parlamentar acredita que políticos não deveriam participar da Parada Gay.

Marinho esteve ao lado de Feliciano durante sua trajetória política e acompanhou todos os momentos da carreira parlamentar do líder da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento. Ele também esteve com o Pastor Marco Feliciano durante sua passagem pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

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