JULGAMENTO DE JESUS

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JOÃO BATISTA E JESUS
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E, levantando-se toda a multidão deles, o levaram a Pilatos.

E começaram a acusá-lo, dizendo: Havemos achado este pervertendo a nação, proibindo dar o tributo a César, e dizendo que ele mesmo é Cristo, o rei.

E Pilatos perguntou-lhe, dizendo: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes.

E disse Pilatos aos principais dos sacerdotes, e à multidão: Não acho culpa alguma neste homem.

Mas eles insistiam cada vez mais, dizendo: Alvoroça o povo ensinando por toda a Judéia, começando desde a Galiléia até aqui.

Então Pilatos, ouvindo falar da Galiléia perguntou se aquele homem era galileu.

E, sabendo que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes, que também naqueles dias estava em Jerusalém.

E Herodes, quando viu a Jesus, alegrou-se muito; porque havia muito que desejava vê-lo, por ter ouvido dele muitas coisas; e esperava que lhe veria fazer algum sinal.

E interrogava-o com muitas palavras, mas ele nada lhe respondia.

E estavam os principais dos sacerdotes, e os escribas, acusando-o com grande veemência.

E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente e tornou a enviá-lo a Pilatos.

E no mesmo dia, Pilatos e Herodes entre si se fizeram amigos; pois dantes andavam em inimizade um com o outro.

E, convocando Pilatos os principais dos sacerdotes, e os magistrados, e o povo,

Disse-lhes: Haveis-me apresentado este homem como pervertedor do povo; e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das de que o acusais, acho neste homem.

Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte.

Castigá-lo-ei, pois, e soltá-lo-ei.

E era-lhe necessário soltar-lhes um pela festa.

Mas toda a multidão clamou a uma, dizendo: Fora daqui com este, e solta-nos Barrabás.

O qual fora lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicídio.

Falou, pois, outra vez Pilatos, querendo soltar a Jesus.

Mas eles clamavam em contrário, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o.

Então ele, pela terceira vez, lhes disse: Mas que mal fez este? Não acho nele culpa alguma de morte. Castigá-lo-ei pois, e soltá-lo-ei.

Mas eles instavam com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E os seus gritos, e os dos principais dos sacerdotes, prevaleciam.

Lucas 23:1-23

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