Sabendo a lei

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“Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? (Romanos 7:1)”

As pessoas fazem muita confusão sobre a questão da lei, muitos falam sobre a lei, mas nem mesmo param para pensar, analisar exatamente o que é ela, ou melhor, o que quer dizer lei. Por exemplo, a lei que Deus deu através de Moisés tinha por finalidade mostrar o pecado, uma vez que as pessoas, sem terem conhecimento do que era ou não pecado, o cometiam sem imaginar que estavam errando. Assim Deus deu a lei, inclusive para os proteger, porque eram escravos no Egito e, como tais, nada sabiam. Se o Senhor não enviasse a lei, eles viveriam como escravos e nem mesmo buscariam um dia de descanso. Assim o Senhor determinou que um dia da semana fosse para o descanso, e ficou determinado que no dia de sábado não poderiam fazer nada. O Senhor proibiu naquela época que as pessoas fizessem qualquer coisa no sábado, mas isto foi porque, se não agisse assim, as pessoas não iriam descansar, mesmo porque estavam acostumadas ao ritmo de escravas. Também o Senhor, para os proteger ali no deserto, os proibiu de comer alguns alimentos e carnes, isto para que não viessem a passar mal com qualquer enfermidade. Também mostrou o que era certo e o que era errado, e a devida punição. Por exemplo, se alguém matasse uma pessoa, deveria ser morto também; se uma mulher adulterasse, traísse o seu marido; deveria ser morta, apedrejada juntamente com o homem com quem estivesse. A lei mostrou o que era errado, o que era pecado. Os desvios de conduta eram punidos de maneira séria, só assim as pessoas vieram a descobrir o que era certo e errado. Essa lei que vigorou até a vinda de Jesus teve como objetivo mostrar os erros e pecados, mas ela não tinha como salvar ninguém, só mostrava o pecado e não como resolvê-lo, como ser perdoado, ficar livre dele. Era a lei do olho por olho e dente por dente; assim, o que era para dar vida trouxe a morte, porque, ao apontar o pecado, o erro, também apresentava a punição, mas não o escape, a solução. O pecado não tinha solução, para ele não havia perdão, só veio a existir com a vinda de Jesus. Hoje vivemos na Graça de Cristo, mas a lei humana e a de Deus prevalecem durante toda a nossa vida, ou seja, enquanto vivermos, estamos debaixo da lei, e temos que obedecer a ela, caso contrário, receberemos a punição. Hoje não é mais a morte física, e sim a espiritual. Assim, quando desobedecemos ao Senhor, nós estamos assumindo a nossa morte, mas, se nos rendermos a Cristo e pedirmos perdão, seremos perdoados.
“Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.” (Romanos 7:2). Hoje, na lei de Cristo, da Graça, o casamento é indissolúvel, portanto, não se pode pensar em separar, em divorciar, mesmo porque para Deus não existe essa palavra: divórcio, só existe para os homens, para as leis dos homens. O Senhor não reconhece o divórcio e nem o aceita sob nenhuma hipótese. Não existe argumentação que possa justificar o divórcio para o Senhor, e todos os que vivem em um segundo casamento são considerados adúlteros e vão padecer por toda a eternidade. A única solução para se livrar dessa morte é se arrepender e abandonar o erro, para que Cristo o perdoe e a pessoa seja livre. Antes, na época da lei de Moisés, não existiam o perdão e a possibilidade de se arrepender. A lei do casamento ela é válida para o casal enquanto ambos viverem, e não existe a menor possibilidade, diante do Senhor, de se separem, de se divorciarem e de contraírem novas núpcias, porque, apesar de para os homens estar correto, diante de Deus eles estão em pecado, e volto a insistir: não terão salvação. Mas se o marido ou a esposa vier a falecer, o cônjuge está livre para contrair novo matrimônio, e não pecará, porque com a morte se rompe a aliança. A aliança do casamento não é somente um anel, uma argola, um enfeite, uma joia que se coloca no dedo, a aliança do casamento é uma união até que a morte os separe, enquanto os dois estiverem vivos, um está ligado ao outro. “De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido.” (Romanos 7:3). Assim, sabemos que todas as pessoas que se divorciaram e contraíram novos casamentos ou novos relacionamentos estão em pecado, e se não se arrependerem e abandonarem o erro e procurarem voltar para o seu primeiro e único casamento, irão padecer por toda a eternidade. Temos que compreender a lei de Cristo, temos que compreender a Graça do Senhor, porque antes não existia essa possibilidade de as pessoas se arrependerem e abandonarem os seus pecados, somente receberiam a devida punição, mas hoje Jesus abriu-nos a porta, na verdade, Ele é a Porta que nos conduz à vida, que nos leva à salvação. Mas é uma escolha nossa, se não quisermos nos submeter a sua lei, então com certeza seremos vistos como seus adversários, portanto, receberemos a punição eterna. Logo, devemos ser mortos para a lei do mundo, para a lei do pecado, para podermos ter vida em Cristo. Temos que nos sujeitar a Cristo e não vivermos na prática da lei dos homens, e sim na de Cristo. Para o mundo devemos estar mortos, caso contrário, estaremos mortos para Cristo. “Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus.” (Romanos 7:4).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino

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