Disputas

Pregando o reino
28 de fevereiro de 2020
Do SENHOR vem a resposta
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“E quando o Senhor entendeu que os fariseus tinham ouvido que Jesus fazia e batizava mais discípulos do que João (Ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos), Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia. E era-lhe necessário passar por Samaria.” (João 4:1-4)

Quando os fariseus começaram a falar que Jesus estava batizando mais do que João Batista, Ele procurou se afastar, porque os judeus começaram a falar como se houvesse uma disputa entre Jesus e João Batista, tentando fazer comparações entre um e outro, querendo descobrir quem era o maior, ou o mais ungido, ou o mais poderoso, mas Jesus não veio para disputar nada, e por isso deixou logo a Judeia e voltou para a Galileia. Os fariseus, fazendo comparações, falavam que Jesus batizava mais, mas, na verdade, Jesus não batizava ninguém, pois quem realizava os batismos eram os discípulos. Jesus saiu em direção a Galileia. Ele tinha que passar, cruzar Samaria, considerada inimiga de Jerusalém desde a época do neto de Davi, o filho de Salomão Roboão. Jesus não gostava e não gosta de disputas, ou confusão, por esse motivo, quando sabemos de disputas de denominações com outras, quem faz o templo maior, quem tem mais membros, ou mais congregações, ou mais recursos, sabemos que o Senhor não está nisso. Não devemos promover qualquer tipo de disputas e muito menos participar delas ou concordar com elas. Devemos fazer como Jesus fez: nos retirar, distanciar dos que querem esse tipo de coisa. “Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta.” (João 4:5-6). Jesus, seguindo em direção a Galileia, foi obrigado a passar por Samaria e pela cidade de Sicar, que era perto da herança que Jacó tinha dado a José, que foi governador do Egito. Ali naquele local existia um poço que Jacó tinha mandado abrir, era uma fonte que dava bastante água, e ainda naquela época era usada pelo povo, pelos moradores de Sicar, pois era de onde eles tiravam água para o consumo. Como estava cansado, Ele sentou-se à beira do poço com a intenção de descansar um pouco e também tomar um pouco de água para matar a sede. Devemos entender que Jesus era Deus, mas estava como homem, um ser humano normal, tinha sede e todas as necessidades fisiológicas que sentimos.
“Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.” (João 4:7-8). Era aproximadamente meio-dia, isto é, a hora sexta, e os discípulos tinham ido até a cidade para comprar alimentos para eles comerem, portanto Jesus estava sozinho ali próximo ao poço. Nisso vem uma mulher samaritana. Jesus então lhe pede um pouco de água para beber, pois, afinal, estava com sede. Os judeus não falavam com o pessoal de Samaria, principalmente um homem não se dirigia a uma mulher naqueles termos e condições, mas onde está Jesus tudo é diferente. Jesus, o Nosso Senhor, não conhece ou reconhece separações entre povos, ou qualquer disputa, para Ele todos somos iguais, a única diferença que Ele vê é entre pecadores e não pecadores. E como Ele para os pecadores, para nós que estávamos perdidos, sabendo que aquela mulher estava no pecado, dirige-se a ela com o objetivo não só de ter a sua sede saciada, mas de levá-la à salvação, não só a ela mas toda a cidade de Sicar. “Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos). Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o Dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e Ele te daria Água Viva.”(João 4:9-10). Essa mulher samaritana, cujo nome não sabemos, uma vez que a Bíblia não o cita, surpreende-se quando Jesus se dirige a ela, e lhe questiona: como Ele, que era judeu, dirige-se a ela, uma mulher samaritana? Então Jesus lhe responde falando que ela não conhece Deus, pois, se o conhecesse, saberia quem Ele era, e, ao contrário, ela é quem pediria Água Viva a Ele. Vemos que, enquanto ela está preocupada com as coisas lógicas, as coisas do mundo, Ele fala das espirituais, fala de salvação, de vida, e mostra que ela não conhece Deus, porque, se assim fosse, ela o teria identificado. Assim como ela são várias as pessoas que pensam que conhecem o Senhor, mas não o conhecem, pois ainda estão presas às coisas do mundo, estão presas à lógica humana, e mesmo se Jesus aparecer diante delas, conversarem com elas, não saberiam, não o identificariam. Isto porque elas estão presas às religiões, às doutrinas de homens, aos preceitos humanos, e não à Palavra de Deus. “Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva? És tu maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado? Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.”(João 4:11-14).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino

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